André Frota

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O Integrante do Observatório de Conjuntura e Professor da Uninter analisa as relações entre Brasil, EUA e China em tempos de pandemia.

A desconfiança internacional que surgiu após a disseminação da epidemia com o grau de transparência das autoridades chinesas em relação ao tratamento dado ao surgimento do Covid-19 contaminou setores da sociedade brasileira. Grupos organizados e mesmo autoridades políticas próximas à Presidência da República manifestaram-se em redes sociais criticando a falta de lisura do governo chinês em relação ao real nível de transmissibilidade, a letalidade e a falta de controle das autoridades chinesas sobre o vírus. A rede de apoiadores do presidente norte-americano, do presidente brasileiro e mesmo congressistas de ambos países adotaram uma posição crítica pós-pandemia ao governo chinês.

Dada essa conjuntura, como ficarão as relações entre Brasil e China em um contexto pós-pandemia? Os argumentos que devem orientar essa resposta devem partir I) da história das relações bilaterais entre Brasil e China; II) dos interesses estratégicos entre ambos os países no século XXI; III) da forma como as relações entre Brasil e EUA serão inseridas nesse triângulo.

Imagem: Divulgação