Mulheres estão ganhando cada vez mais espaço também como Treinadoras de Futebol, não só como jogadoras

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O Futebol Feminino do Brasil tem uma história marcada por muitos desafios. Desde os tempos do Radar, nos Anos 80, passando pelo Saad, dois dos clubes mais famosos da história da modalidade, a Seleção que encantou o País em meados dos Anos 90, Campeã Sul-Americana em 1995 e que participou do Mundial da Suécia, no mesmo ano, se classificando para as Olimpíadas de Atenas, em 96, ficando na quarta posição, o Terceiro Lugar no Mundial de 99, nos EUA, a primeira medalha olímpica, em Atenas/2004, o Vice-Campeonato Mundial da China, em 2007.

Grandes jogadoras surgiram neste período, marcado por uma grande prevalência de homens no Comando Técnico (Zé Duarte, Renê Simões e Oswaldo Alvarez, só para citar os exemplos mais famosos). Mais recentemente, a CBF contratou a sueca Pia Sundhage para comandar a Seleção e uma Comissão Técnica foi formada toda por mulheres.

Este é o começo de uma mudança definitiva? As mulheres vieram mesmo para ficar no mundo das Treinadoras? Fizemos esta pergunta à ex-atleta da Seleção Brasileira e de clubes brasileiros e internacionais, ex-Técnica e hoje Professora Universitária, Marina Aggio.

Imagem: Divulgação