Mulheres são mais atingidas pelo desemprego, demoram mais para retornarem ao mercado e recebem salários menores

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Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), 897,2 mil trabalhadores perderam o emprego de março a setembro de 2020, em função da pandemia e do isolamento social, sendo 588,5 mil mulheres, ou seja, 65,6% dos demitidos. Os homens são 60% do total de trabalhadores com carteira profissional, mas representam apenas 34,4% dos demitidos no período citado.

A partir de julho, o mercado como um todo começou a reagir e, em três meses, foram criadas 697,3 mil vagas, mas 77% foram para homens. A recuperação deles, na verdade, começou um mês antes das mulheres, já em junho. Em 12 meses, a queda do estoque de empregos é de 3,7% para as mulheres e 1,3% para os homens.

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