Clóvis Borges

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O Diretor-Presidente da SPVS comenta lançamento do livro “Reservas Naturais: 20 Anos de História”.

Neste mês, a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) lança um livro que conta sobre o seu trabalho pioneiro na restauração e conservação do bioma Mata Atlântica: “Reservas Naturais: 20 anos de história”. A obra apresenta informações sobre o processo de instituição das Reservas Naturais, as técnicas utilizadas e aprimoradas, os relacionamentos e parcerias construídos, as ações de educação para conservação da natureza, além dos resultados no desenvolvimento social e econômico de moradores locais.

Imagem: Reginaldo Ferreira

Até 2018, as Reservas Naturais possibilitaram o desenvolvimento de 112 publicações científicas e mais de 230 trabalhos de graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado e projetos de pesquisas de instituições de ensino nacionais e estrangeiras – como o Museu de História Natural de Karlsruhe, da Alemanha, e o Earthwatch Institute, do Reino Unido. Desde o início das operações, foram registradas 22 espécies de mamíferos de médio e grande portes, 400 espécies de aves e mais de 1.000 espécies de plantas. Entre os registros estão descrições de espécies novas para a ciência, como é o caso de uma cigarrinha (Guaricicana borsegi) e de outros animais que não eram mais encontrados na região há décadas, como a onça-pintada.

A experiência de promover em conjunto conservação da biodiversidade e economia regional inspirou a iniciativa Grande Reserva Mata Atlântica, idealizada pela SPVS e que conquistou o apoio de centenas de parceiros. A iniciativa busca promover o maior remanescente contínuo deste bioma em todo o mundo com base nas suas riquezas locais, garantindo a geração de empregos e renda a partir de atividades voltadas ao turismo de natureza e ao turismo histórico-cultural.

Saiba mais: www.spvs.org.br

Imagem: Divulgação