Por que a propriedade intelectual de um remédio importa e quem ela beneficia no fim das contas?

Quando o assunto é patente de remédio, surge sempre a pergunta: por que a propriedade intelectual importa e quem ela beneficia no fim das contas? Fizemos essa pergunta a Pedro Bernardo, Economista e Especialista no Setor Farmacêutico na empresa PB Gestão Empresarial. O Especialista também explica que ter uma patente não significa ter o monopólio de um produto.

Pedro Bernardo participou, em 20/05, de um seminário em SP que apresentou um levantamento inédito que mostrou que o chamado “backlog” (a fila de produtos que ainda aguardam o início da análise) do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) voltou a crescer e já impacta diretamente o tempo de análise de patentes no Brasil. A empresa responsável pela pesquisa foi a Dannemann Siemsen.

Quer saber tudo sobre patentes? Então acesse o site da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa): www.interfarma.org.br e siga nas redes sociais: @interfarmaoficial
Foto: Alle Salvador