Brasil tem conhecimento técnico sobre resistência antimicrobiana, mas falha em governança e fiscalização

Durante muito tempo, a resistência antimicrobiana foi tratada como um problema restrito a hospitais. O imaginário coletivo associava as chamadas “superbactérias” a UTIs, ambientes críticos e pacientes graves. Esse cenário mudou. Quando bactérias resistentes passam a circular em rios, alimentos e cadeias produtivas, o problema deixa de ser apenas clínico. Ele se transforma em uma crise ambiental, sanitária e econômica séria.

O Brasil tem conhecimento técnico sobre o tema, mas falha em governança e fiscalização. Quais medidas urgentes deveriam ser adotadas para enfrentar esse problema de forma integrada? Mara Machado, CEO do IQG (Instituto Qualisa de Gestão) tem a resposta.

Conheça mais sobre o trabalho do Instituto Qualisa de Gestão: www.iqg.com.br
Foto: Divulgação